RESUMO:
1.
CARTA
DE “NÃO-CONFIANÇA” enviada à OMS pela Coordenação Europeia de
Organizações por uma regulamentação da exposição que proteja verdadeiramente a
saúde pública
2.
CARTA
DE “NÃO-CONFIANÇA” enviada à OMS pelo Comité
Nacional Russo de Protecção da Radiação não Ionizante (RNCNIRP)
3.
‘BIOSFERA’ / RTP2 – foi abordada
pela primeira vez o tema da poluição electromagnética em Fevereiro de 2017
4.
TELEFONES
SEM FIOS – mais modelos ECO+ no mercado português
5.
APELO
DE REIKIAVIK SOBRE AS TECNOLOGIAS SEM FIOS NAS ESCOLAS – FEV/2017
6.
ELECTROSENSÍVEIS NA DINAMARCA
REPORTAGEM LEGENDADA EM PORTUGUÊS
7.
VACINAÇÃO:
UM NEGÓCIO DE MILHÕES COM QUANTOS MILHÕES DE VÍTIMAS?
8. DERRAMES
CEREBRAIS AUMENTAM EM JOVENS 18-34 ANOS NOS EUA ENTRE 2003-2012
9. CASCAIS: UM CONCELHO COM FORTE CONTAMINAÇÃO ELECTROMAGNÉTICA
10.
WIFI: NOVOS ROUTERS EM 2017 - RADIAÇÃO
NOS 5 Gigahertz.
11. LIFI:
INTERNET POR LUZ VISÍVEL NUM HOSPITAL FRANCES
12.
USAR O WIFI EM CASA DE MODO MENOS
NOCIVO PARA SAUDE
13. Uma cadeia humana reclama transparencia na instalação da 5G en Segovia
13. Uma cadeia humana reclama transparencia na instalação da 5G en Segovia
1.
CARTA aberta DE “NÃO-CONFIANÇA” enviada à OMS pela Coordenação
Europeia de Organizações por uma regulamentação da exposição aos CEM que
proteja verdadeiramente a saúde pública.
Em
Janeiro de 2017, a ‘Coordenação Europeia de Organizações por uma regulamentação
da exposição aos CEM que proteja verdadeiramente a saúde pública’ enviou uma
carta à Organização Mundial de Saúde para reclamar da falta de independência do
seu painel de avaliação dos riscos da radiação não-ionizante. Sucede que no seu
actual painel estão muitos membros que participam também da ICNIRP (Comissão
Internacional de Protecção de Radiação Não-Ionizante), alguns dos quais tem
ligação à indústria. Podem ler a carta aqui http://www.peccem.org/Carta.a.la.OMS.2017.html

2. CARTA DE “NÃO-CONFIANÇA”
enviada à OMS pelo Comité Nacional Russo de Protecção da Radiação não Ionizante
(RNCNIRP)
2. Em
Março, foi também enviada à OMS uma carta semelhante pelo Comité Nacional Russo
de Protecção da Radiação não Ionizante (RNCNIRP). Salienta-se que o painel da
OMS é constituído maioritariamente por membros actuais ou passados do ICNIRP.
Este grupo –ICNIRP- é privado e autoproclamado como um comité internacional de
protecção da radiação não ionizante. É sobre o seu parecer que assentam a
maioria das legislações internacionais. Os seus membros têm mantido uma atitude
negacionista em relação aos efeitos não-térmicos da radiação de
radiofrequência/ microondas.
Pelo
contrário, o RNCNIRP reconhece que existem estes efeitos biológicos, e apoia-se
em numerosos estudos recentes, quer russos quer estrangeiros, que atestam estes
efeitos em humanos e animais.
3. ‘BIOSFERA’ / RTP2 – foi
abordadoa pela primeira vez o tema da poluição electromagnética em Fevereiro de
2017.
O
magazine da RTP2, um marco histórico do jornalismo ecológico televisivo em
Portugal conta já com uma década e meia. Este Fevereiro de 2017 abordou pela
primeira vez o tema da poluição electromagnética na sua vertente múltipla de
baixas (electricidade) e altas (telecomunicações) frequências, bem como o
problema da electrosensibilidade.
Cerca
do minuto 4:30 podem ver uma demonstração de como as bases dos telefones DECT
emitem forte radiação assim que são ligados a uma ficha eléctrica, não tendo
qualquer linha telefónica ligada nem estando sequer em chamada.
4. TELEFONES SEM FIOS – mais modelos ECO+ no mercado português
Nunca
é demais relembrar que as bases dos telefones sem fios são um dos mais fortes
emissores de radiação de microondas nos lares e trabalho, mas que podem ser
substituídos por telefones com fio, ou por telefones sem fio mas sem a emissão
continua de microndas pulsadas da base (100 disparos por segundo!).
Além
dos modelos Siemens, no mercado português estão disponíveis outras marcas, mas
nem todas tem a função ECO+ Atenção que
devem ler “ECO+”. A função “ECO” apenas reduz a emissão mas não a elimina por
completo.
Destaco
aqui um modelo Philips (D230) e um Motorola (série T1, T101 ...). Nestes
exemplos, quando a função ECO+ está activada, aparece o símbolo no visor. Podem
sempre verificar se alguém na família/emprego alterou a configuração do
telefone, e este passou novamente a emitir radiação quando não está em
conversa.
Esta função ECO+ não vem por defeito quando tiram da
caixa! Isto, porque diminui um pouco as características técnicas, que tornaram
os DECT tão ‘perfeitos’ e livres de interferência em relação aos predecessores
analógicos.
O
manual do Philips D230 esclarece, na prática não devem deixar o telefone fora
da base muito tempo para não descarregar tao rapidamente as pilhas:
![]() |
NOVOS MODELOS DE DECT PERMITEM VISUALIZAR SE A FUNÇÃO 'ECO+' ESTÁ SEMPRE ACTIVADA. NESTE MODO A BASE NÃO EMITE RADIAÇÃO EM MODO DE ESPERA. |
«Quando
ECO+ é activado, a autonomia em espera é reduzida. Isto verifica-se porque
no modo ECO+ a estação de base não transmite nenhum sinal no modo de espera;
assim, o telefone tem de "ouvir" mais frequentemente se há sinais da
estação de base para detectar chamadas recebidas ou outros pedidos da estação
de base. O tempo necessário para o telefone aceder a funcionalidades como a
configuração de chamadas, o registo de chamadas, o envio de aviso sonoro e a
navegação na agenda sofrem um retardamento. O terminal do telefone não o
alertará da perda de ligação em caso de falha de energia ou deslocamento para
áreas fora do alcance.»
5.
APELO DE REIKIAVIK SOBRE AS TECNOLOGIAS SEM FIOS NAS ESCOLAS – FEV/2017
O
"Apelo de Reikiavik sobre a tecnologia sem fios nas escolas" foi
lançado durante uma Conferencia internacional em Reykjavik (Islândia) sobre «As
crianças, o tempo de permanência frente aos ecrãs e a radiação sem fios», em 24
de fevereiro de 2017. Foi assinado por cientistas de quatro continentes. A
conferencia foi promovida pela Associação de Pais do Pré-Escolar da Islândia.
Podem
ler os detalhes do apelo en galego: http://www.stralskyddsstiftelsen.se/wp-content/uploads/2017/03/Reykjavik-Appeal-170224-2.pdf
No
link abaixo, podem aceder aos vídeos dos cientistas que estudam o tema: https://ehtrust.org/science/key-scientific-lectures/2017-reykjavik-conference-technology-wireless-radiation-childrens-health/
Resumo
em português dos principais pontos a respeitar em ambiente escolar:
Regras
práticas para as escolas no respeito às crianças e às tecnologias sem fios:
a) não devem existir redes sem fios nas
creches, jardins de infância e escolas;
b)
recomenda-se uma ligação directa por cabo em cada aula para uso do professor
durante as lições;
c) dar
preferência a telefones fixos para o pessoal das creches, jardins de infância e
escolas;
d) dar
preferência a ligação por cabo para Internet e impressoras e desligar o modo
WiFi em todos os equipamentos;
e) dar
preferência aos computadores portáteis e tablets que podem ser ligados por cabo
à Internet;
f) não
se deve permitir que os estudantes usem telemóveis nas escolas. Podem deixa-los
em casa ou serem recolhidos pelo professor em modo apagado antes da primeira
aula da manha.
Jornada científica
Durante a manhã, o hall do edifício Vicerrector Santiago Hidalgo UVa foi palco de uma série de apresentações por cientistas internacionais que foram coincidentes sobre os efeitos na saúde e no ambiente natural de ondas eletromagnéticas.
Neste sentido, Ceferino Maestu, do Centro de Tecnologia Biomédica da Universidade Politécnica de Madrid, explicou que, enquanto a legislação enfatiza os efeitos térmicos, há evidências de efeitos biológicos relacionados com doenças.
Sobre a aplicação da 5G, relatou que uma antena será instalada entre cada dez blocos de apartamentos e, a legislação protege as empresas relativamente a divulgação da sua localização. Por outro lado, até a sua generalização, vai coexistir em simultaneo com outros sistemas, como 2G, 3G, 4G e WiFi.
Entre as suas principais conclusões, revelaram que a legislação da UE permite limites até 450 microwatts por centímetro quadrado, quando a recomendação científica e da Resolução 1815 do Conselho de Europa é de 0,1 microwatts.
Este especialista disse que os estudos indicam que esta nova tecnologia está se aproximando de níveis com efeitos térmicos que geram patologias de sensibilização central: fibromialgia, síndrome da fadiga crônica, electrosensibilidade e até se relacionam com tumores cerebrais ou leucemia, um risco que também indicou Annie J. Sasco, especialista de pesquisa internacional de cancro (ex-membro do IARC-OMS) ou David Carpenter, diretor do Instituto da Saúde em Albany (EUA).
Áreas brancas
Vários dos oradores expressaram a necessidade de exigir o estabelecimento de áreas brancas na cidade; por exemplo, escolas, locais públicos, bibliotecas, etc., mas a UE opõe-se porque está em conflito com a política de acesso universal à Internet, que co-financia.
6. ELECTROSENSÍVEIS NA DINAMARCA
REPORTAGEM LEGENDADA EM PORTUGUÊS
Graças
a um esforço colaborativo de alguns EHS e simpatizantes, podem assistir a uma
reportagem que mostra a realidade e os dramas de vida causados pela
electrosensibilidade, na Dinamarca.
Chamo
a atenção que nesta reportagem se fizeram testes de exposição a radiação em pessoas
EHS, e podem ver inclusive um EHS que desenvolve inflamação no rosto, algo
marcante, nada que se possa atribuir a um sintoma subjectivo.
Relembro
que muitas pessoas com EHS, não nasceram assim mas se tornaram sensibilizadas a
radiação devido ao excesso de exposição
nos seus trabalhos, exposição essa que agora se passa nos ambientes domésticos,
com wifi, telefones sem fio, etc. Assim, é nas gerações mais velhas (40-50) que
se manifesta mais a EHS, e isto também se reflecte nos entrevistados. No
entanto, também crianças que não podem ir a escola devido ao WiFi foram incluídas
nesta reportagem.
Dicas para
visualização:
-descarregar
ambos os ficheiros (imagem (MP4) + legendas (texto)) para a mesma pasta.
-podem
ver no computador, em PC recomendo descarregar o BSPlayer, tem legendas
grandes.
-em
smartTV devem ter ambos os ficheiros juntos, mantendo ambos o mesmo nome
-é o
mesmo sistema que para ver os filmes piratas ou 'torrents'
7. VACINAÇÃO: UM NEGÓCIO DE MILHÕES COM
QUANTOS MILHÕES DE VÍTIMAS ?
A
vacinação está de novo na berra. As autoridades oficiais, como a Direcção Geral
de Saúde, também apostam forte em defender os lobies da sua área: a industria
farmacêutica. O seu site espelha claramente esta vertente do marketing do medo explorando a vitimização das crianças:
“Vacinas para a vida”.
Diversos
grupos lutam contra estes lobies de peso: em Portugal - http://infovacinas.com/ , França - http://www.infovaccin.fr/presentation-de-la-ligue.html
, etc.
Podem
votar sobre « Respeitar, promover e proteger o consentimento livre e informado
em vacinação na Europa» em https://www.change.org/p/european-parliament-respeitar-promover-e-proteger-o-consentimento-livre-e-informado-em-vacina%C3%A7%C3%A3o-na-europa?utm_source=embedded_petition_view
Podem ver mais informação nos links acima, resumidamente
a vacinação pode causar distúrbios na nossa função imunológica e injecta-nos
com metais como mercúrio, alumínio. As vacinas são muitas vezes ineficazes ou
perigosas!
No surto de Sarampo deste inicio de 2017, apenas 60% dos
afectados estava vacinado, e a maioria não eram crianças. https://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/sarampo1/boletim-epidemiologico.aspx
Podem
ver como um Jornal de Ética Médica Indiano critica o esquema da
Organização Mundial de Saúde para classificar as reacções adversas da vacina
‘pentavalente’ quando crianças são hospitalizadas: se a criança sobrevive,
entra na classificação de reacção adversa, se morre, entra na categoria de
“inclassificável”, não entrando portanto para as estatísticas oficiais.
E como
mencionei antes, os síndromas de sensibilização central, como sensibilidade
química múltipla, electrohipersensibilidade, etc, reflectem estes distúrbios
artificiais causados pelo Homem, que nem sempre chegam pela via alimentar e/ou
respiratória (pesticidas, etc, etc).
8. DERRAMES CEREBRAIS AUMENTAM EM JOVENS 18-34
ANOS NOS EUA ENTRE 2003-2012.
A
Revista Scientific American revela: "Mais jovens 'milenials' estão a ter
derrames cerebrais”.
Entre
2003 e 2012 a taxa de incidência de derrames aumentou nos jovens entre os 18-34
anos. O intrigante é que a distribuição da incidência de derrames, varia
consideravelmente consoante a zona habitacional: a incidência aumentou mais nas
grandes cidades do que nas pequenas cidades ou nos subúrbios. https://www.scientificamerican.com/article/more-millennials-are-having-strokes/?wt.mc=SA_Facebook-Share
Curiosamente
é nas cidades que temos antenas em cima de telhados e com o feixe de microondas
a apontar para apartamentos circundantes. Nos aglomerados urbanos pequenos as
antenas estão em torres altas e as casas são usualmente de 1-2 pisos, com menor
exposição a estes feixes!
9. CASCAIS: UM CONCELHO COM
FORTE CONTAMINAÇÃO ELECTROMAGNÉTICA
Começei este blog em 2010,
faz 7 anos. Depois da 3ª geração (3G), a contaminação com radiação de
microondas digitais tem aumentado a um ritmo continuo.
Resumo aqui um
exemplo do que tem sucedido em particular nas zonas urbanas de maior densidade
populacional, como o Concelho de Cascais, onde nasci e habito:
- surgiu a televisão digital
ou TDT. Frequentemente as antenas estão colocadas no centro das
localidades, como em Estoril e Cascais (ver Figura).
- surgiram antenas para as
comunicações digitais dos comboios, usando as mesmas frequências pulsadas da
2ªGeração, designado neste caso como GSM-R. As habitações dispostas ao
longo das linhas de comboio são as principais afectadas (ver Figura).
- surgiu a 4G ou LTE. A
rede de antenas (‘estações de base’) aumentou para dar cobertura a esta nova
geração (ver Figura). Os multibancos começaram a usar exclusivamente
esta tecnologia em detrimento da linha fixa sem radiação (antenas pretas
espalmadas colocadas no topo das ATMs).
- as tradicionais e/ou novas estações
de base ou: 1) continuam com radiação muito forte ou 2) estão
localizadas muito próximas do solo expondo as pessoas a níveis muito elevados
de radiação.
O exemplo 1) tenho
demonstrado aos repórteres da Exame Informática, Biosfera (ver links no blog na
coluna da esquerda - ‘hiperligações de interesse’. Fica situado junto a Escola
da Madorna/Parede e Os níveis médios de radiação atingem 10000 - 20000 µW/m2.
O exemplo 2) está na
fotografia abaixo e fica em Manique. Os níveis médios de radiação atingem
23000 µW/m2.
Relembro que há mais de uma década
que a organização alemã para a Biologia da Construção (Baubiologie) recomenda
que estes valores não excedam os 10 µW/m2 (ultima versão do BUILDING
BIOLOGY EVALUATION GUIDELINES SBM-2008)
- o WiFi em espaços nos
domínios públicos ao ar livre multiplicou-se nos transportes e surgiu em
zonas ao ar livre, com grande expansão em 2016 em diversas praias (ver
Fig) . Os ‘postes’ têm diferentes aspectos consoante os seus promotores
(Câmaras Municipais, Vodafone, etc). Até então, estas zonas mais ‘selvagens’
que procuramos para lazer tinham geralmente baixos níveis de contaminação
electromagnética artificial. Estão também em jardins (ver Fig), etc.
- além da restauração, numerosos
outras empresas fornecem WiFi grátis aos clientes (expondo permanentemente os
empregados), como dependências bancárias, etc.
10. WIFI: NOVOS ROUTERS EM 2017 -
RADIAÇÃO NOS 5 Gigahertz.
Ao longo da última década os
routers de WiFi disponibilizados pelas operadores para os lares dos portugueses
passaram a incorporar além do sistema Wireless-G, o sistema Wireless-N.
Em 2017 as operadoras começaram a
instalar aos clientes com fibra uma geração de WiFi mais rápida.
Da tecnologia Wireless-G
para a tecnologia Wireless-N, a largura de banda na faixa dos 2.4 GHz
aumentou de 20 para 40 megahertz. Já sugeri antes a adopção em alternativa de
um router personalizável que permite reduzir a intensidade, manter apenas os 20
MHz e reduzir o pulso (radiação mais
alta emitida) de 10 vezes por segundo para 1 vez por segundo ver página
‘noticias 2015 & 2016’).
Com os novos super-routers,
o cliente dispõe alem do Wireless-N, o Wireless AC que usa a faixa dos 5 GHz
(https://pplware.sapo.pt/gadgets/hardware/conheca-as-novidades-do-novo-super-router-da-vodafone/
)
Com esta nova
faixa de cobertura, o sinal melhora muito pois existe muita interferência nos
2.4 GHz: desde WiFi, telefones sem fio, monitores de bébé, etc, do próprio
cliente e dos vizinhos. Dai esta tecnologia poder oferecer melhor qualidade e
velocidade. Mas a onda nos 5 GHz é mais curta e tem pior penetração através das
paredes. As super-velocidades anunciadas podem só serem alcançadas quando os
equipamentos (tablets, etc) estiverem na mesma divisão da casa que o router.
Na prática, para os
electrosensíveis que até agora tinham o ambiente do apartamento mais ou menos
‘sob-controle’, e sabem as zonas do apartamento a evitar, com esta nova
exposição dos vizinhos nos 5 GHz podem ocorrer casos em que os sintomas se
agravem novamente.
Os EHS não são todos iguais, há
quem se queixe das antenas de telemóvel para dormir, mas trabalhar num ambiente
com WiFi não é o seu pior pesadelo. Os sintomas de EHS são nuns casos muito
dependentes da frequência, e noutros casos qualquer frequência artificial
despoleta sintomas.
Por isso atenção à vulgarização
das frequência dos 5 GHz para o WiFi doméstico.
Atenção: podem desligar a
‘dual-band’. Para isso precisam entrar na configuração do router com um
computador, o que para algumas pessoas pode ser complicado.
Deixo abaixo o exemplo do manual
do router habitualmente instalado pela MEO, o ‘Tecnhicolor’, que esclarece que
o botão ‘ECO’ permite apagar todo o ‘wireless’. E confirmem que a luz
fica azul.
Muito importante: Examinem
regularmente se o botão ‘azul’ passa para verde, pois uma actualizacao de
software telecomandada pela operadora pode repor o router nas condições por
defeito, que é sempre com a luz verde, ou seja, wifi ligado.
O botão eco nao
existe pela vossa saúde, mas sim pela poupança significativa de electricidade
do router que pode economizar metade da energia gasta.
11. LIFI: INTERNET POR LUZ
VISÍVEL NUM HOSPITAL FRANCES
A investigação em tecnologias sem
fio tem-se focado na grande maioria no uso da tecnologia das microondas, pela
sua grande facilidade de penetração, o que é desastroso para os seres vivos.
A tecnologia ‘wireless’ por luz
visível está pouco desenvolvida e, obviamente devido a falta de
massificação o seu uso acarreta custos elevados.
Não quer dizer que não esteja já
bastante desenvolvida e seja aplicável a situações reais.
Deixo aqui um exemplo de uma ala
de um hospital francês em Perpignan onde foi instalada. O hospital
reconhece as suas vantagens PARA A SAÚDE dos funcionários e para reduzir o
problema de interferências electromagnéticas nos equipamentos hospitalares, mas
os seus custos impediram a sua instalação na totalidade do hospital.
![]() |
COMPARAÇÃO WIFI E LIFI: o LiFi tem numerosas vantagens, nomeadamente em velocidade de transmissão e isençao de interferências de ondas de rádio. |
12. USAR O WIFI EM CASA DE MODO MENOS NOCIVO PARA SAUDE
Já sugeri antes
(noticia #5, de 2015-2016) que, nos casos em que a família não deixa de
prescindir do uso de WiFi em casa, que desliguem o WiFi do router fornecido
pela operadora e que liguem em alternativa um pequeno router no qual podem
reduzir a potência (de 4 para 2 volt/metro a 40 cm de distancia), o pulso de
sincronização (de 10 para 1 impulso por segundo) e a largura de banda (de 40
para 20 megahertz), reduzindo assim a dose e a complexidade da vossa
exposição e o consumo de electricidade que não é necessário.
Tendo deixado de ser
comercializado o TP-Link modelo TL-WR710N, existe
agora o seu sucessor, o modelo TL-WR810N, pelo preço de uns 30
euros.
Deixo
no link detalhes de como configurar este router: https://drive.google.com/open?id=18kFrTyZwt8xG6R_BW8DJly-WCidTYk_P
13. Uma cadeia humana reclama transparencia na instalação da 5G en Segovia
El Adelantado; 16 de Junho de 2018 http://www.eladelantado.com/segovia/una-cadena-humana-reclama-transparencia-despliegue-del-5g-segovia/
Uma corrente humana formada por dezenas de pessoas carregando cartazes e uma ‘corda’ de 300 metros da lã virgem tingida com corantes naturais, reclamou ontem em Segovia por transparência no processo de implementação das telecomunicações da quinta geração (5G) na cidade, que foi escolhida pela empresa Telefónica, ao lado de Talavera de la Reina, para serem cidades pioneiras dos serviços com esta nova tecnologia de comunicação.
Os participantes começaram na Plaza de Día Sanz, junto ao Aqueduto, e atravessaram os arcos do monumento, exigindo clareza tanto a Telefónica quanto ao Municipio da cidade, na implantação da 5G. Em seguida, eles marcharam até a Plaza Mayor, onde manifestantes colocaram sapatos como um símbolo de todos aqueles que estão sofrendo de exposição aos campos electromagnéticos e não puderam participar neste ato reivindicativo.
De fato, fontes de dentro da organização explicaram que embora na conferência organizada pela “Plataforma parar 5G em Segovia” participassem cerca de 170 pessoas, dois terços não poderam participar da corrente humana de caminhar dentro da cidade, pois existe aí muita exposição às ondas.
A corda usada no ato foi tecida em lugares diferentes por grupos de mulheres em oficinas de artesanato liderados por Fátima Carrasco. Com esta peça quer simbolizar que a plataforma não é contra a nova tecnologia, mas está comprometida com uma tecnologia segura como o cabo.
A lã virgem tingida com corantes naturais é um aviso sobre a necessidade de voltar a um modelo de desenvolvimento em contato com a natureza, com base no biológico, no respeito à vida, que é limpo, são e saudável.
Além disso, o facto de que foi tecida por mulheres mostra que precisamente as doenças de sensibilização central, entre as quais estão a electrohipersensibilidade e a sensibilidade química múltipla, afectam principalmente as mulheres (70% e 90% do total de afetados).
Os participantes começaram na Plaza de Día Sanz, junto ao Aqueduto, e atravessaram os arcos do monumento, exigindo clareza tanto a Telefónica quanto ao Municipio da cidade, na implantação da 5G. Em seguida, eles marcharam até a Plaza Mayor, onde manifestantes colocaram sapatos como um símbolo de todos aqueles que estão sofrendo de exposição aos campos electromagnéticos e não puderam participar neste ato reivindicativo.
De fato, fontes de dentro da organização explicaram que embora na conferência organizada pela “Plataforma parar 5G em Segovia” participassem cerca de 170 pessoas, dois terços não poderam participar da corrente humana de caminhar dentro da cidade, pois existe aí muita exposição às ondas.
A corda usada no ato foi tecida em lugares diferentes por grupos de mulheres em oficinas de artesanato liderados por Fátima Carrasco. Com esta peça quer simbolizar que a plataforma não é contra a nova tecnologia, mas está comprometida com uma tecnologia segura como o cabo.
A lã virgem tingida com corantes naturais é um aviso sobre a necessidade de voltar a um modelo de desenvolvimento em contato com a natureza, com base no biológico, no respeito à vida, que é limpo, são e saudável.
Além disso, o facto de que foi tecida por mulheres mostra que precisamente as doenças de sensibilização central, entre as quais estão a electrohipersensibilidade e a sensibilidade química múltipla, afectam principalmente as mulheres (70% e 90% do total de afetados).
Jornada científica
Durante a manhã, o hall do edifício Vicerrector Santiago Hidalgo UVa foi palco de uma série de apresentações por cientistas internacionais que foram coincidentes sobre os efeitos na saúde e no ambiente natural de ondas eletromagnéticas.
Neste sentido, Ceferino Maestu, do Centro de Tecnologia Biomédica da Universidade Politécnica de Madrid, explicou que, enquanto a legislação enfatiza os efeitos térmicos, há evidências de efeitos biológicos relacionados com doenças.
Sobre a aplicação da 5G, relatou que uma antena será instalada entre cada dez blocos de apartamentos e, a legislação protege as empresas relativamente a divulgação da sua localização. Por outro lado, até a sua generalização, vai coexistir em simultaneo com outros sistemas, como 2G, 3G, 4G e WiFi.
Entre as suas principais conclusões, revelaram que a legislação da UE permite limites até 450 microwatts por centímetro quadrado, quando a recomendação científica e da Resolução 1815 do Conselho de Europa é de 0,1 microwatts.
Este especialista disse que os estudos indicam que esta nova tecnologia está se aproximando de níveis com efeitos térmicos que geram patologias de sensibilização central: fibromialgia, síndrome da fadiga crônica, electrosensibilidade e até se relacionam com tumores cerebrais ou leucemia, um risco que também indicou Annie J. Sasco, especialista de pesquisa internacional de cancro (ex-membro do IARC-OMS) ou David Carpenter, diretor do Instituto da Saúde em Albany (EUA).
Áreas brancas
Vários dos oradores expressaram a necessidade de exigir o estabelecimento de áreas brancas na cidade; por exemplo, escolas, locais públicos, bibliotecas, etc., mas a UE opõe-se porque está em conflito com a política de acesso universal à Internet, que co-financia.
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