EVITAR O ELECTROSMOG DENTRO DE CASA - CONSELHOS PRÁTICOS
Dentro das nossas casas podemos fazer algumas escolhas para
defender a saúde do electrosmog, embora no estado actual das coisas, não
tenhamos escolha na radiação que entra dos telefones e routers sem fios (wireless) dos vizinhos e de outros
equipamentos de utilidade pública emissores de rádio-frequência/microondas (RF/MW) como radares, torres de
telemóvel, televisão e rádio.
O quadro abaixo resume os níveis do ELECTROSMOG na faixa das microondas apresentados pelo Powerwatch.org.uk,
expressos em microwatts por metro quadrado. Quem vive perto de antenas
de telemóvel ou tem WiFi em casa, pode facilmente estar exposto a uma dose
igual ou superior a um bilião de vezes a radiação natural de
rádio-frequência/microondas.
Mas a pequeníssima exposição natural reduz-se ainda mais ao pôr-do-sol (fica a ténue radiação estelar), e não tem o sinal modulado digitalmente com os sinais usados nas telecomunicações.
Aproximam-se em 2012 novas e graves exposições a microondas. A nossa saúde foi novamente vendida, rendendo ao Estado o primeiro dia do leilão multifaixas para a quarta geração dos telémóveis (4G), a quantia de 372 milhões de Euros. Por esta razão, os governos não tem qualquer interesse no principio da precaução. Isto é uma fonte de rendimento colossal: o licenciamento das bandas de frequências e depois o IVA sobre o tráfego.
A boa noticia foi que a ZON desistiu do leilão - continuamos apenas com 3 operadoras móveis!
A abreviatura de LTE é Long Term Evolution, mas os defensores da saúde também lhe chamam de ‘Long Term Extermination’ (extermínio em massa a longo prazo).
Mas a pequeníssima exposição natural reduz-se ainda mais ao pôr-do-sol (fica a ténue radiação estelar), e não tem o sinal modulado digitalmente com os sinais usados nas telecomunicações.
Aproximam-se em 2012 novas e graves exposições a microondas. A nossa saúde foi novamente vendida, rendendo ao Estado o primeiro dia do leilão multifaixas para a quarta geração dos telémóveis (4G), a quantia de 372 milhões de Euros. Por esta razão, os governos não tem qualquer interesse no principio da precaução. Isto é uma fonte de rendimento colossal: o licenciamento das bandas de frequências e depois o IVA sobre o tráfego.
A boa noticia foi que a ZON desistiu do leilão - continuamos apenas com 3 operadoras móveis!
A abreviatura de LTE é Long Term Evolution, mas os defensores da saúde também lhe chamam de ‘Long Term Extermination’ (extermínio em massa a longo prazo).
SUBSTITUIR A INTERNET E TELEFONES SEM FIOS – MUITO URGENTE
Fontes permanentes de microondas pulsadas dentro de casa são
de retirar totalmente. A Resolução
1815 (2011) do
Conselho da Europa adverte explicitamente sobre estes perigos. A perda da
qualidade de sono, dores de cabeça e alguns problemas de saúde que vos
apareceram gradualmente nos ‘últimos tempos’ podem ser devidos a estes
aparelhos ( não são problemas do avanço da ‘idade’, são sim o envelhecimento
precoce que o electrosmog causa).
Se a radiação vem de fora podem bloquear a casa com tinta
especial e cortinas/tela transparente (ver “Página de inicio”).
A que provem dos vossos equipamentos electrónicos podem
eliminá-la:
1. Eliminem
imediatamente o WiFi e instalem em alternativa um cabo LAN para terem
acesso à Internet, mesmo que não fique muito estético (quando há duas décadas
veio a TV-Cabo metiam na mesma o cabo onde fosse necessário não era?).
Há diversos comprimentos dos cabos para ligarem ao router, com 2 m ou 5 m, por
ex. Podem comprar outros comprimentos a metro numa loja especializada. Atenção que
estes cabos têm oito condutores, não são fáceis de montar sozinhos aos
terminais RJ45.
- Retirem imediatamente o telefone sem fios DECT de 1ª geração. Podem comprar telefone com fios em lojas de produtos eléctricos, ou em hipermercados como a Worten: preço de uns 10 €.
- Se tiverem mesmo necessidade do telefone sem fios para o vosso negócio, podem adquirir alguns telefones DECT de 2ª geração de baixa radiação, que reduzem a emissão de microondas quando estão em conversação, e até podem cortar totalmente a radiação da antena da base quando estão em stand-by. Há vários modelos, como por exemplo o Siemens Gigaset AS200. Leiam as instruções e activem as funções ECO Mode e ECO Mode Plus. Poupam energia e reduzem as emissões nocivas para a saúde. Não adquiram mais telefones que não sejam ECO DECT. Se são electrosensíveis, confirmem mesmo que o modelo/marca desliga completamente a potência de transmissão quando o telefone se encontra em stand-by. Há modelos/marcas que mencionam «Eco», mas não sei se tem uma preocupação com a saúde tão grande como os actuais modelos da Siemens.
Há várias razões de saúde para não usar o WiFi. Uma delas é a exposição ‘menos' (?) grave de modo continuo mas extremamente prolongado a esta radiação “diluída” pelo espaço todo da casa (ou escritório). A outra é a exposição ‘mais' grave quando usam o PC portátil, Ipad, Tablet, etc. Nunca devem usar estes aparelhos junto ao corpo, especialmente no colo. Afectam fortemente os órgãos reprodutores, em particular quando têm o WiFi ligado diminuem a mobilidade do esperma e aumentam a fragmentação do DNA dos espermatozóides (WiFi e esperma - artigo de 2011).
Há muitas outras fontes de radiação possíveis que não vou entrar em detalhe: desde as consolas de jogos que já não têm mais fios, ao conceito de «conectividade sem limites» que vislumbra que os equipamentos electrónicos venham todos equipados de fábrica com o chip de WiFi (wi-fi.org/organization). Faz-me lembrar o pesadelo do ‘chip maldito’ da saga do «Exterminador implacável»...
Achei curioso e irónico que este 2011 um fabricante de
telemóveis invoque agora o conceito de electrosmog para fazer propaganda que o seu
novo sistema de TELEVISÃO 3D é melhor que o da concorrência: «Acabaram-se as
tonturas, as náuseas ou o desconforto. A tecnologia CINEMA 3D da LG
elimina a trepidação dos óculos, permitindo-lhe que se entregue livremente às
imagens 3D durante um período prolongado sem tonturas nem cansaço.» Até aqui
parece que isto é devido ao efeito da sobreposição de imagens, mas outra figura
adiante no panfleto é clara: «não produzem ondas electromagnéticas
prejudiciais».
Falta explicar que os óculos da ‘concorrência’ usam o sistema Bluetooth para comunicar com o televisor, radiação idêntica à usada nos telemóveis e auriculares sem fios. Um uso prolongado junto ao cérebro não é boa coisa.
Os fabricantes de electrónica acham mesmo que somos todos parvos...Aliás, não passamos de meros 'carneiros' consumidores, como defendem muitas teorias da conspiração. Vejam se começam a pensar por vocês mesmo! A prova está aqui em como querem fazer de nós parvos para nos induzirem a consumir, sem qualquer interesse pela nossa saúde.
Falta explicar que os óculos da ‘concorrência’ usam o sistema Bluetooth para comunicar com o televisor, radiação idêntica à usada nos telemóveis e auriculares sem fios. Um uso prolongado junto ao cérebro não é boa coisa.
Os fabricantes de electrónica acham mesmo que somos todos parvos...Aliás, não passamos de meros 'carneiros' consumidores, como defendem muitas teorias da conspiração. Vejam se começam a pensar por vocês mesmo! A prova está aqui em como querem fazer de nós parvos para nos induzirem a consumir, sem qualquer interesse pela nossa saúde.
Qualquer das maneiras...parabéns à LG por uma
tecnologia mais segura para a humanidade. Não sou contra a tecnologia, e
aprecio um bom filme em alta definição.
A ELECTRICIDADE SUJA
A electrónica baseada nos semi-condutores vulgarizou-se nos
anos 1980. O equipamento eléctrico começou a incorporar fontes de alimentação que ligam/desligam a corrente milhares de vezes por segundo. Cada vez que a corrente é desligada gera-se um pico transiente de alta-frequência, que circula por toda a cablagem do vosso apartamento e que se designa por electricidade suja.
Existem medidores para estes picos transientes STETZERiZER. São desejáveis valores inferiores a 30-50 unidades GS (escala usada para a oscilação destas frequências na banda dos 10-100 KiloHertz) para uma exposição continua do corpo humano. Valores acima dos 1,999 GS foram associados por Sam Millam com as salas de aula em que leccionaram os professores que apresentaram cancro (ler página deste blog: “doenças da civilização”). Enquanto na América do Norte já se dá muita importância à electricidade suja, na Europa este conceito ainda é pouco conhecido, e por vezes não é testado pelos especialistas em electrosmog.
Entre os itens que geram mais electricidade suja, incluem-se muitos dos que produzem iluminação, quer sejam lâmpadas quer televisores. Mas ares-condicionados, e outros equipamentos vão contribuindo para a vossa electricidade suja. Para reduzirem a exposição devem desligar equipamentos que não são necessários, em especial durante a noite enquanto dormem (não se esqueçam que as crianças também dormem de dia, geralmente encostadas à parede onde correm fios eléctricos!).
Existem medidores para estes picos transientes STETZERiZER. São desejáveis valores inferiores a 30-50 unidades GS (escala usada para a oscilação destas frequências na banda dos 10-100 KiloHertz) para uma exposição continua do corpo humano. Valores acima dos 1,999 GS foram associados por Sam Millam com as salas de aula em que leccionaram os professores que apresentaram cancro (ler página deste blog: “doenças da civilização”). Enquanto na América do Norte já se dá muita importância à electricidade suja, na Europa este conceito ainda é pouco conhecido, e por vezes não é testado pelos especialistas em electrosmog.
Entre os itens que geram mais electricidade suja, incluem-se muitos dos que produzem iluminação, quer sejam lâmpadas quer televisores. Mas ares-condicionados, e outros equipamentos vão contribuindo para a vossa electricidade suja. Para reduzirem a exposição devem desligar equipamentos que não são necessários, em especial durante a noite enquanto dormem (não se esqueçam que as crianças também dormem de dia, geralmente encostadas à parede onde correm fios eléctricos!).
Atenção que os seguintes
exemplos não são universais. São os que já encontrei no dia-a-dia. A
intensidade da electricidade suja depende muito da marca e do modelo.
Alguns televisores de ecrã de cinescópio (CRT) podem gerar bastante electricidade
suja. São também muito perigosos pelas outras frequências geradas pelo canhão
de electrões (é o mesmo principio técnico que se usa nas máquinas de
Raios-X do dentista, etc). Uma explosão de electrosensíveis surgiu com a
exposição a curta distancia aos monitores de computador de há 20-30 anos,
originando sintomas como a “dermatite do ecrã”.
Alguns televisores LCD das gerações mais antigas podem gerar uma centena de GS, como
podem ultrapassar as centenas de GS. Depende da retro-iluminação usada (estes
primeiros equipamentos, apesar de finos tinham uns 10 cm de fundo para acomodar
as lâmpadas fluorescentes). Da minha limitada experiência, já encontrei um LCD
Samsung de 2005 que rebentava a escala do medidor (termina nas 1,999 unidades
GS), no entanto a electricidade suja dos Samsung mais recentes (LCD ou LED) é
mínima. Alguns electrosensíveis não podem assistir a televisão – mesmo com LCDs
- talvez em parte por causa da electricidade suja.
Lâmpadas fluorescentes (em especial as que não estão em
candeeiros padronizados com transformador e arrancador) podem ser fonte de
electricidade suja. As lâmpadas
fluorescentes compactas (conhecidas como as ‘económicas’) são perigosas
de usar a curta distância do corpo porque induzem muita voltagem corporal e são
emissoras de radiofrequência. Quanto a introduzirem radiofrequência na cablagem
eléctrica, marcas de qualidade poderão não ser tão poluidoras como marcas
‘linha branca’. Já observei Philips e *** que não alteram a electricidade suja,
enquanto linhas brancas podem produzir várias centenas de GS. O extremo de
leitura já obtive com a Digilamp: aumento de 200 para 1900 GS quando apenas uma
lâmpada é ligada.
Alguns transformadores
das lâmpadas de halogéneo (dicroicas de 12 volts) colocadas nos tectos
falsos podem gerar electricidade suja. Um tecto com quatro lâmpadas pode
atingir 400 unidades GS quando as lâmpadas estão ligadas. As lâmpadas de
halogéneo que substituíram as tradicionais incandescentes de casquilho são das
mais seguras para os electrosensíveis.
As lâmpadas com LEDs
de alta intensidade geram muita electricidade suja. Quando ligadas cada lâmpada
individual aumenta a electricidade suja algumas centenas de unidades GS, pelo que várias lâmpadas ultrapassam
um milhar de GS. Não observei isto
nas lâmpadas LED com SMD ou nas de aglomerados de LEDs. As lâmpadas de LED,
apesar de serem mais económicas ainda que as fluorescentes compactas, precisam
de circuitos rectificadores que geram adicionalmente frequências harmónicas dos
50 Hz: 100 Hz, 150 Hz, 200 Hz... Estas não aparecem nas unidades GS (revisto em
lowemfoffice).
As lâmpadas LED têm um grande potencial economizador, mas
são adequadas para trabalhar com corrente continua de baixa voltagem e, não com
a corrente alterna de média voltagem (220 V) que temos em casa. As modificações
da voltagem necessárias ao seu funcionamento geram a electricidade suja. O
inverso sucede com as lâmpadas fluorescentes, que precisam de alta voltagem
para excitarem o vapor de mercúrio.
Há alguns filtros que reduzem a electricidade suja: os
filtros STETZERiZER
por exemplo. A EMFields
também vende soluções para a electricidade suja. Há outros equipamentos no
mercado, mais baratos e que reduzem a vossa conta eléctrica ao estabilizarem os
picos de corrente. Mas estes modelos tem um custo para um electrosensitivo como
eu – reduzem o campo eléctrico mas aumentam o campo magnético. Já experimentei
o G-NER-G e não me dei bem, fazia uma nítida pressão na cabeça. Sou
adepto dos produtos ecológicos, mas este não. Lloyd Morgan
encontrou que os filtros Stetzerizer reduziam o campo eléctrico uma dezena de
vezes, mas aumentavam o campo magnético para o dobro. Quanto ao G-Ner-G não sei
quanto será este aumento. Este produto não foi desenvolvido tendo em atenção a
saúde, nem é recomendado por nenhum grupo de luta contra a poluição electromagnética
que eu tenha visto na Internet.
A exposição à electricidade suja talvez seja habitualmente
mais grave no trabalho do que em casa, em profissões sedentárias em que se
passa muito tempo próximo dos cabos eléctricos (trabalhos muito sedentários à
secretária usando computadores, telefonistas, etc). Em casa a electricidade
suja reduz muito à noite, quando se desligam lâmpadas, computadores e
televisões.
Mas permanece alguma na mesma, que já entra da rede
eléctrica. Por isso, recomendo vivamente a redução da voltagem corporal durante
a noite. Mas também no trabalho ou no lazer deve-se manter o corpo o mais
possível afastado de fios eléctricos (ler capítulo seguinte). Reduzem em
simultâneo a exposição ao campo eléctrico de 50 ciclos/segundo (50 Hz) da
electricidade e aos transientes de radiofrequência que acabei de falar. Não
esquecer onde vêem televisão. Num sofá encostado à parede podem estar expostos
de maneira semelhante à da cama, por um período de várias horas também.
POWERLINE: UMA ALTERNATIVA À INTERNET SEM FIOS
Devido à cablagem eléctrica não ser blindada, não sou grande
apologista do uso do Power_line_communication
para distribuir Internet pela rede eléctrica de modo idêntico ao cabo de rede LAN. Introduz radiofrequência na cablagem na faixa dos
megahertz, não medível pelo medidores de picos transientes STETZERiZER.
Mesmo assim, acho preferível usarem os mais recentes
adaptadores de Powerline do que terem ligações WiFi a emitirem 24 horas por dia
e a irradiarem a vocês a aos vizinhos, ou a usarem radiação à queima roupa do wireless do computador.
A principal razão é já existirem novos adaptares em conformidade com a norma europeia para os produtos ‘utilizadores de energia’ (Energy-using Products ou EuP, aplicável desde 7 Janeiro 2010). Ao contrário do WiFi, estes aparelhos reduzem o consumo quando não está a ocorrer transmissão de dados.
A tecnologia Powerline requer ao consumidor privado um investimento de pelo menos uns 60 euros, para adquirir um par destes aparelhos: um para ligar aonde está o vosso router, e o outro aonde está o vosso computador ou televisor.
Hoje em dia quando numa casa existem vários computadores e televisores que suportam internet a tecnologia do WiFi é certamente muito apetecível! O Powerline não foi desenvolvido para proteger a saúde das 'radiações nocivas' usadas no WiFi. Foi sim, para os casos em que existe dificuldade na passagem do sinal de WiFi: numa vivenda por exemplo, as microondas trespassam bem as paredes do piso térreo, mas têm mais dificuldade em alcançar o andar de cima através da placa de betão. Claro que os fabricantes sabem que o cliente quer usar o PC sem fios, de modo que existem adaptadores Powerline que devolvem o sinal da cablagem eléctrica quer em wireless quer em LAN. Claro que não recomendo que transformem de novo o sinal em wireless.
A principal razão é já existirem novos adaptares em conformidade com a norma europeia para os produtos ‘utilizadores de energia’ (Energy-using Products ou EuP, aplicável desde 7 Janeiro 2010). Ao contrário do WiFi, estes aparelhos reduzem o consumo quando não está a ocorrer transmissão de dados.
A tecnologia Powerline requer ao consumidor privado um investimento de pelo menos uns 60 euros, para adquirir um par destes aparelhos: um para ligar aonde está o vosso router, e o outro aonde está o vosso computador ou televisor.
Hoje em dia quando numa casa existem vários computadores e televisores que suportam internet a tecnologia do WiFi é certamente muito apetecível! O Powerline não foi desenvolvido para proteger a saúde das 'radiações nocivas' usadas no WiFi. Foi sim, para os casos em que existe dificuldade na passagem do sinal de WiFi: numa vivenda por exemplo, as microondas trespassam bem as paredes do piso térreo, mas têm mais dificuldade em alcançar o andar de cima através da placa de betão. Claro que os fabricantes sabem que o cliente quer usar o PC sem fios, de modo que existem adaptadores Powerline que devolvem o sinal da cablagem eléctrica quer em wireless quer em LAN. Claro que não recomendo que transformem de novo o sinal em wireless.
Atenção que nem todos os modelos à venda já vem com esta
tecnologia. As páginas que sugiro abaixo, estão em inglês. Alguns produtos que
tem paginas em português, não mencionam claramente a redução automática do
consumo. Por exemplo, os adaptadores de velocidade mais baixa (85 Mbps) parece
que não trazem esta tecnologia.
-
dlink.pt
tem os modelos D-Link Green
IMPACTO DA ELECTRICIDADE NA VOLTAGEM CORPORAL
Quer o campo eléctrico quer o campo magnético são muito
perigosos para a saúde. Os efeitos não se ficam pelo ‘cancerígeno’. Assistimos
nos ‘media’ debater-se apenas a relação causal «leucemia infantil versus
alta tensão», e posteriormente a dupla «tumor cerebral versus
telemóvel». Mas doenças como asma, alergia, diabetes, esclerose múltipla, e
outras estão associadas com o electromagnetismo artificial, e vêm aumentando
gradualmente ao longo das últimas décadas. São as «doenças da civilização» que
já abordei noutra página.
Há quem pense que o
perigo da electricidade possa advir unicamente de viver próximo de linhas de
alta tensão (ou transformadores). Mas dormimos todos os dias a alguns
centímetros de distância de fios eléctricos. Os 220 volts (16 A), são uma alta
voltagem para todos os animais. Se tocarmos morremos de imediato por
electrocussão. E quanto a outros possíveis efeitos a longo prazo destes campos?
![]() |
O campo eléctrico dos cabos de alta tensão pode acender lâmpada fluorescentes sem qualquer contacto. |
Existem profissões aparentemente tão ‘inofensivas’ como a de
costureira ou dactilógrafa. No entanto, estas profissões acarretam por
proximidade a exposição continua ao campo magnético das máquinas por muitas
horas consecutivas (refiro-me a máquinas de costura e de escrever eléctricas,
estas últimas agora obsoletas com os computadores). Na década de 1980,
profissões como estas foram associadas com taxas mais elevadas de cancro da
mama em mulheres. Inclusive, o cancro da mama que é raro nos homens, tem uma
ocorrência muito mais elevada em profissões de alto risco electromagnético,
como os trabalhadores da indústria eléctrica, electrotécnicos, soldadores,
telegrafistas, etc.
Podem ler uma extensa revisão sobre esta matéria numa obra
de divulgação de 1995, agora reeditada em 2007: «Campos Electromagnéticos – um
guia do consumidor sobre os temas e como nos protegermos», por B. Blake Levitt.
O campo eléctrico propaga-se à distância, seja dos cabos de
electricidade ou de emissores de radiofrequência (WiFi, Telefones DECT,
comunicadores de bébé) e é absorvido pelo corpo. Se sentem zumbidos ou
estalidos nos ouvidos (isto aplica-se apenas às fontes de microondas pulsadas,
proximidade com antenas de telémóvel ou WiFi ou DECT) reparem a diferença
quando estão isolados com calçado de borracha (ou em cima da cama) e em seguida
põem os pés descalços no chão. Os zumbidos (e os estalidos) diminuem, não? Se
estiverem descalços (ou com calçado de couro, sem qualquer borracha),
descarregam para o chão esta radiação absorvida.![]() |
Multimétro com manípulo para medir através da mão a voltagem corporal e fio comprido para ligar a uma tomada com terra. |
Com um aparelho barato e simples (e que podem pedir
emprestado aos amigos) podem medir o impacto da electricidade no corpo através
da medição da voltagem corporal. A foto ilustra o exemplo de um multimetro com
os acessórios: o punho e o fio de terra. Atenção, que muitos multímetros apenas
tem duas escalas para corrente alterna: 200 e 600 Volts. Apenas os multímetros
com escalas menores (2 e 20 volts) permitem registar os detalhes da voltagem
corporal.
O ‘Padrão de Biologia da Construção SBM-2003’ defendido pelo
Instituto de Biologia da Construção alemão
(Baubiologie.de)
recomenda que a voltagem corporal, expressa em milivolts, não exceda os 10-100
mV ou até ser inferior aos 10 mV. Habitualmente numa cama de casal os valores
podem ser facilmente superiores a 1000 mV. Basta terem um radio despertador e
dois candeeiros.
A experiência dos ‘biólogos da construção’ evidenciou que
problemas como:
- dificuldade em
adormecer,
- dificuldade em
dormir de 6 a 8 horas,
- dores musculares,
- resposta alérgica
exacerbada durante o dia,
- chichi na cama em
crianças e
- falta de sono
reparador,
podem ser provocados pelo ambiente onde dormimos. No gráfico
acima mostro um exemplo de como a proximidade com os fios eléctricos altera o campo eléctrico no nosso corpo,
traduzindo-se em aumento da voltagem
corporal, dependendo dos fios que têm próximos da cama. Podem ver mais
detalhes neste link, recorrendo à medição
do campo eléctrico na cama. No capítulo seguinte discuto mais implicações
desta medição.
PORQUE É TÃO IMPORTANTE REDUZIR A EXPOSIÇÃO AO CAMPO ELÉCTRICO?
A melatonina é um
dos antioxidantes mais eficientes no corpo – combate os radicais livres. Tem
propriedades anticancerígenas. Níveis baixos têm estado implicados em cancro da
mama, próstata, melanoma e ovário. Tem um máximo de produção na puberdade e
diminui rapidamente até aos quarenta anos. A partir daí diminui mais lentamente.
A partir dos quarentas... é quando as taxas de incidência de cancro
começam a disparar. Uma coincidência não é?
Existe um Jornal de
Investigação da Pineal, dedicado desde 1984 aos aspectos moleculares,
biológicos, fisiológicos e clínicos da melatonina. O importante a reterem é
que: a presença de luz à noite e a
exposição a campos electromagnéticos reduzem a produção de melatonina. Os
estudos científicos já o demonstraram há vários anos em animais, vocês é que
não sabiam ainda dos malefícios do electromagnetismo artificial.
Se reduzirem a voltagem corporal, quando acordam,
podem sentir um vigor diferente no cérebro ao longo do dia. Se tomarem um
comprimido de melatonina sentem algo semelhante, em especial se falharem umas
horas de sono com uma ‘noitada’ ou jet-lag (por alteração repentina do fuso
horário).
OUTRAS ALTERAÇÕES HORMONAIS
Existem outras alterações hormonais que vêm sendo estudadas
não apenas para a exposição a radiações de frequências muito baixas
(electricidade), como para a exposição a frequências muito altas (microondas).
Destaco um artigo que acabou de sair na revista Clinical Biochemistry sobre
alterações
nos perfis hormonais em pessoas que vivem há vários anos na proximidade de
antenas de telemóvel. Todas as hormonas estudadas apresentaram alterações.
Redução de hormonas relacionadas com:
- a
função do córtex adrenal: cortisol (conhecida como a hormona do stress)
e corticotropina;
- hormonas
tiroidais: T3 e T4;
- hormonas
sexuais: testosterona e progesterona.
Um aumento de sete vezes foi observado para a prolactina
logo no 3º ano de exposição a antenas de telemóvel.
Volto a insistir que tudo o que podermos reduzir no nosso
ambiente de casa não é demais. A gravidade de problemas de saúde que nos aguarda é
catastrófica.
Alterações hormonais podem afectar a vossa necessidade de urinar de noite, como causar infertilidade. Não deixo de repetir que o cancro está muito de longe de ser o único problema associado à exposição a radiações electromagnéticas artificiais.
Neste BLOG tenho contado apenas a minha história pessoal, e não detalhei pormenores de situações familiares, mas diversos destes problemas têm-me afectado a mim bem como a minha família mais próxima.
Alterações hormonais podem afectar a vossa necessidade de urinar de noite, como causar infertilidade. Não deixo de repetir que o cancro está muito de longe de ser o único problema associado à exposição a radiações electromagnéticas artificiais.
Neste BLOG tenho contado apenas a minha história pessoal, e não detalhei pormenores de situações familiares, mas diversos destes problemas têm-me afectado a mim bem como a minha família mais próxima.
Há diferentes possibilidades para a redução da exposição ao
campo eléctrico durante o sono, com diferentes custos:
1. Há electrosensíveis que de noite
desligam a electricidade para dormirem. Pode-se usar um disjuntor
de corte. Mas atenção, não podem ter equipamentos que fiquem ‘a dormir’
(stand-by) e necessitem continuamente de electricidade como rádio
despertadores, televisores, aparelhagens de som, etc. Assim o disjuntor não
corta o campo eléctrico. Também não podem ter nada a sugar corrente noutra
tomada que esteja no mesmo ramal que serve esse disjuntor (noutro quarto ao
lado de onde dormem por exemplo).
2. Outra maneira de reduzirem o
impacto do campo eléctrico da corrente eléctrica alterna é terem a instalação
toda blindada: incluindo os cabos dentro da parede e principalmente os fios que
ligam até à lâmpada. Isto requer mudar todos os fios que rodeiam a cama, e
fazer novas ligações com cabos
blindados. Nada prático mudar os fios dentro da parede!
![]() |
Os cabos blindados tem uma cobertura metálica que reduz a quase totalidade do campo eléctrico e reduz significativamente o campo magnético (não a totalidade). |
Não é bom para quem gosta de ler na cama, mas os efeitos
compensam. Adormece-se mais facilmente. Se acharem que melhoraram da saúde,
podem então instalar um interruptor de corte ou blindarem os cabos da mesa de
cabeçeira (através da Geohabitat por
exemplo).
No gráfico que dou de exemplo, os cabos dos candeeiros de
cabeceira impactam mais na voltagem corporal do que os que estão enterrados na
parede. Mas não generalizem este exemplo sem medirem primeiro.
- Se simplesmente desligarem
da ficha os candeeiros e o rádio despertador o efeito já pode ser
razoavelmente benéfico.
- O rádio despertador
é obrigatório, porque alem do campo eléctrico tem campo magnético quando a
electricidade está a ser usada (basta a presença do transformador interno perto
da cabeça para já terem uma grande exposição a campo magnético).
- O cobertor
eléctrico também deve ficar sempre desligado da ficha, e não apenas no
botão – os fios induzem voltagem no corpo permanentemente como vimos atrás.
- Camas articuladas
com motores eléctricos são outra fonte de exposição prolongada a campos electromagnéticos.
- Aquecimento por
resistência eléctrica na parede ou no chão é outra potente fonte de radiação electromagnética.
Mesmo que desliguem, têm o chão do vizinho ligado. É um caso complexo de
resolverem. Ainda não é muito habitual em Portugal, mas encontram facilmente em
Hotéis.
Os efeitos benéficos de reduzirem a exposição à
electricidade podem levar uns dias a notarem-se, e
dependerem da vossa idade, estado de saúde (já comentei noutras páginas sobre a
necessidade de uma alimentação sem glúten, sem lactose, etc.). Não desistam
ao fim de um ou dois dias.
Já falei de algumas soluções não convencionais – como por
exemplo as cerâmicas baseadas na Crystal Catalyst® Bead - para neutralizar os efeitos do electrosmog. Também referi que estas
soluções não me salvam de todo o electrosmog a que estou exposto. São uma
pequena ajuda, sobretudo no caso da fonte electromagnética se encontrar a
alguma distância (isto é um conceito muito relativo, dependo do grau de
electrosensibilidade de cada um). Para fontes muito próximas, não são solução,
em especial quando a electrosensibilidade é grave. Infelizmente, percebi-o só
agora quando experimentei reduzir a voltagem corporal na cama!
CRIANÇAS ELECTROSENSÍVEIS e WIFI nas ESCOLAS
Os jovens são bem mais resistentes do que os adultos e não
querem saber do perigo do telemóvel, nem de outras tecnologias, deslumbrados e
viciados que estão pelas modas da tecnologia. De facto, a maioria dos
electrosensíveis que conheço já entraram bem nos trintas.
Mas há algumas crianças electrosensíveis. Como a electrosensibilidade ainda
não é estudada a sério pelas autoridades, não sabemos a distribuição por
idades, mas suponho bem que se trata de um síndroma relacionado com a idade.
Estas crianças estão a sofrer com a introdução do WiFi
nas escolas e com o uso vulgarizado dos PCs com ligação wireless como o MAGALHÃES.
Se a vossa criança tem dores de cabeça persistentes quando
regressa da escola, e não é um problema de ‘oculista’, pensem bem na
possibilidade de estar relacionado com a electrosensibilidade.
Fora da Escola, podem e devem reduzir ao máximo a
sua exposição a campos electromagnéticos para o corpo recuperar do stress
electromagnético. No caso de sobre-exposição, um electrosensível pode começar a
reagir a outros electrodomésticos, que até então eram inofensivos.
Algumas dicas:
Algumas dicas:
·
Assegurar
em casa que o Magalhães não está com o «wireless activado».
·
A redução da voltagem corporal ajuda o
corpo a repousar melhor de noite, e a recuperar do stress electromagnético.
·
Andar
em casa com calçado condutor. Não
usar borracha que é isoladora. Descalços, com meias de algodão/lã, ou com
chinelos de couro, consoante a temperatura.
·
Televisores de plasma em casa podem ser incomodativos.
Experimentem os televisores de LCD.
·
Sentar
a uns dois metros da televisão (para crianças mais pequenas, pode-se usar uma
fita no chão e ensinar as crianças a não passar dessa marca).
·
Evitar
relógios de pulso com pilha que emitem um campo magnético pulsado.
E FORA de casa:
·
Existem
alguns movimentos de cidadãos dedicados ao WiFi nas escolas. Em Espanha começou
este Outono 2011 uma petição pública para a retirada do WiFi nas escolas (escuelasinwifi.org). Tem
muita informação para levarem para as escolas e os professores dos vossos
filhos. Explicar o caso ao director de turma. Não sentar a criança no meio da
sala com todos os computadores wireless ligados à sua volta, mas sim longe do
router e perto das janelas (as microondas escapam mais pela janela do que pelas
paredes, onde são mais reflectidas).
·
O
sofrimento da criança na escola vai continuar, a única alternativa para minorar
isto talvez seja o uso de roupa protectora. Este site norte-americano tem
diversos formatos de roupa: lessemf.com/personal,
como a sweatshirt com capuz (SILVERELL® HOODIE). (TAMBÉM HÁ PARA ADULTOS !).
·
Nunca,
levar uma criança electrosensível aos Hipermercados Jumbo e
lojas adjacentes (o mesmo para alguns Hipermercados Continente
que já tem as máquinas portáteis de ler o código de barras). São dos sítios
mais violentos para um electrosensível. Se a vossa criança diz que tem dor de
cabeça nestes sítios, por favor não julguem que tudo são ‘birras’ da criança.
Ao alterar o funcionamento do cérebro, as microondas pulsadas levam a um sofrimento
interior, podendo produzir uma alteração de comportamento. Um adulto controla o
seu comportamento, tendo a liberdade de ir embora do local. Uma criança, com a
liberdade condicionada pelo acompanhamento parental, faz birra para evitar o
sofrimento que está a experimentar e não compreende a origem nem a causa.
·
Nunca
frequentar a restauração dos grandes Centros
Comerciais (é na zona da restauração que habitualmente estão colocados os
emissores de WiFi).
·
É
preferível ir a lojas tradicionais para
comprar roupa ou outros itens. A roupa das lojas de Grandes Superfície está
protegida com dispositivos anti-roubo de radiofrequência. Os campos magnéticos
são particularmente fortes junto dos pilares de leitura (os arcos que estão
junto das portas ou das caixas de pagamento).
·
Ir a
casa da família e dos amigos com a criança torna-se complicado. Muita gente
aderiu ao WiFi, não tendo sido antecipadamente devidamente informada dos seus
potenciais perigos para a saúde. Não estão sensibilizados para desligarem o
WiFi na presença dos electrosensíveis! O mesmo se passa com os adultos como eu,
que vêm com angustia a deslocação a casa de outras pessoas.
COMPUTADORES
Para quem é electrosensível um computador de torre com rato
e teclado pode ser melhor que um computador portátil porque é possível manter o
corpo longe dos campos electromagnéticos do CPU, motherboard e discos. Esta
distância pode ser melhorada usando fios
prolongadores para o rato e o teclado. Vendem-se nas casas de informática.
Não sentar em frente da torre. Os lados são metálicos e blindam diversas
emissões electromagnéticas da electrónica, mas a frente habitualmente é de
plástico e não blinda da mesma maneira que o metal.
Cuidado com os discos externos: podem emitir
radiofrequência. Comprei um Samsung ‘levezinho’, mas a cobertura em plástico
não bloqueia a radiofrequência como os discos mais pesados com cobertura
metálica. As instruções mencionavam claramente a emissão de radiofrequência,
mas ainda não é obrigatório esta informação estar explicita na caixa para
lermos antes de comprarmos. Uma folha de alumínio pode ser o suficiente para
bloquearem esta radiação, embora se tenha de ter cuidado para não prejudicar o
arrefecimento do disco.
As
indústrias de electrónica nunca se importaram muito em reduzir as emissões
electromagnéticas dos seus produtos. No actual estado das coisas é o consumidor
que tem de informar-se para saber como reduzir a sua exposição à contaminação
electromagnética. Podem ler mais soluções para reduzir a radiação no escritório
em lowemfoffice.
Ainda mantenho os ratos de ‘bola’ (em vez dos actuais ratos ‘ópticos’) em casa
e no trabalho. Já não é fácil encontrar estes ratos hoje em dia, mas expõem-nos
a menos radiação da electrónica.
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Instrucções não traduzidas em português, que informam qure esta drive externa usa e pode emitir radiofrequência, e que pode interferir com comunicações rádio. |
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Plataform Baixa Altitude para comunicações ópticas. |
O futuro das telecomunicações sem fios está nas
tecnologias ópticas. Infelizmente o seu desenvolvimento ainda tarda. Podem
pesquisar mais na Bioelectromagnetic
Research Initiative. Estuda-se desde substituir as redes sem fios por transmissão
através de uma lâmpada de iluminação, até o uso de Plataformas de Baixa
Altitude (20-30 Km) para a retransmissão de sinais laser. A companhia Vialight.de nasceu de um
projecto Comunitário de telecomunicações ópticas. As tecnologias ópticas não
apresentam a penetração profunda no corpo causada pela radiofrequência/microondas.
Tem aqui outra apresentação sobre o uso de LED, c/ legendagem em português: http://www.ted.com/talks/lang/pt/harald_haas_wireless_data_from_every_light_bulb.html
Gostei imenso de tudo quanto li e o conhecimento destes factos poderão, certamente, proporcionar um comportamento mais consciente dos perigos das radiações e da forma como evitá-los.
ResponderEliminarMuito Obrigado
Bem haja.
fico impressionado como ninguem conhece a orgonite (orgone energy), se toda a gente soubesse e fizesse dispositivos de energia orgone, bye bye onda eletromagneticas nocivas a saude..
ResponderEliminarGostei muito da informação. É extremamente complexa e detalhada. Mas faltam soluções mais acessíveis ao consumidor. Eu comprei um filtro de agua muito bom, alemão, por apenas 153 euros. Mas tive de fazer muita pesquisa e foi com o aconselhamento de uma amiga que cheguei le. A loja da água na Ericeira é muito boa. RIBABLUE
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